As autoridades começam a investigar e querem saber como uma menina de 8 anos morreu com inalação de desodorante. O Hospital Regional de Ceilândia constatou a morte cerebral da menina, neste domingo (13). Segundo informações da Polícia Civil, Sarah Raíssa Pereira, de oito anos, foi deixada aos cuidados do avô materno, que percebeu a menina caída, ao lado do sofá, sem sinais vitais.
A mãe relatou à Polícia que não conseguiu buscar a filha na escola de período integral, quando pediu para que seu pai a buscasse. O avô da menina não teria notado nenhum comportamento anormal na neta.
A Polícia Civil do Distrito Federal abriu um inquérito para investigar a morte de Sarah Raíssa Pereira, de 8 anos, em Ceilândia (no Distrito Federal). A investigação segue a linha de que ela teria inalado aerossol como parte do “desafio do desodorante”, no TikTok. A rede social será oficiada.
As autoridades querem entender quem criou o desafio e quem enviou o vídeo à criança. O celular passará por perícia.
A vítima foi encontrada pelo avô, em cima do sofá com um desodorante ao lado. Exames realizados no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) apontaram a causa da morte por inalação do aerossol.
O celular de Sarah Raíssa passará por perícia para investigar quem teria enviado o “desafio do desodorante” à vítima e quem foi o criador da trend. O procedimento dura cerca de 30 dias. O TikTok será notificado pelo caso.
De acordo com a CNN, o delegado Walber Lima, responsável pelo caso, se pronunciou:
Mãe e avô já prestaram depoimentos. Eles falaram sobre como a criança usava a rede social.
Sarah Raíssa Pereira deu entrada no HRC na última quinta-feira, com parada cardiorrespiratória. Ela chegou a ser reanimada, mas não apresentou reflexos neurológicos, o que levou à constatação de morte cerebral. O óbito foi declarado apenas no domingo (13).
Polícia Civil do Distrito Federal abriu inquérito e notificou o TikTok sobre caso e “desafio do desodorante”;
O portal Olhar Digital entrou em contato com a assessoria da rede social e atualizará a nota mediante resposta;
Os responsáveis podem responder por homicídio duplamente qualificado por emprego de meio capaz de causar perigo comum, com pena que varia de 12 a 30 anos de reclusão. Por se tratar de uma vítima criança, com menos de 14 anos, a pena pode chegar a 30 anos.
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