A Sinqia, empresa brasileira de tecnologia que atende o setor financeiro, confirmou ter sido alvo de um ataque cibernético nesta sexta-feira (29). A ação criminosa, que explorou vulnerabilidades na plataforma de integração com o Pix, resultou no desvio de R$ 420 milhões. A maior parte do montante foi rapidamente bloqueada pelo Banco Central.
Segundo apuração do G1, o ataque afetou contas de duas instituições financeiras: o HSBC, que teve R$ 380 milhões desviados, e a Artta, com um prejuízo de R$ 40 milhões. A rápida intervenção do Banco Central, ao detectar movimentações suspeitas, foi crucial para bloquear cerca de R$ 350 milhões, impedindo que os criminosos tivessem acesso à totalidade dos fundos.
A Sinqia informou em comunicado que o problema foi isolado e se restringiu exclusivamente ao ambiente do Pix, não havendo indícios de comprometimento de dados pessoais de clientes.
A empresa, que foi adquirida pela multinacional Evertec em 2023, está trabalhando com especialistas forenses para conter o ataque, restaurar o sistema e reforçar a segurança.
O golpe, identificado em 29 de agosto, comprometeu os servidores da Sinqia que atuam como uma ponte entre as instituições financeiras e o Banco Central. A infraestrutura principal do Pix, mantida pelo BC, não foi afetada, e o sistema de pagamentos segue operando normalmente para o restante do mercado.
Para evitar uma escalada do ataque, o Banco Central cortou preventivamente a conexão da Sinqia com o sistema financeiro. Com isso, a empresa agora reconstrói o ambiente em um novo servidor, com um monitoramento mais rigoroso, e aguarda o aval do BC para reativá-lo.
Tanto o HSBC quanto a Artta, os bancos afetados, negaram que o incidente tenha causado prejuízo aos seus clientes, garantindo que os dados e as contas dos usuários permanecem protegidos. Os valores desviados, segundo a Artta, estavam em contas mantidas diretamente no Banco Central para liquidação de operações interbancárias.
Este é o segundo grande ataque cibernético a empresas de tecnologia do setor financeiro em poucos meses. Em julho, a C&M Software sofreu uma invasão que resultou no desvio de quase R$ 1 bilhão. Embora não haja evidências de ligação entre os dois episódios, a proximidade dos casos acende um alerta sobre a segurança de empresas que atuam como provedoras de tecnologia para o mercado financeiro.
ASSÉDIO SEXUAL Gerente é preso por importunação sexual em restaurante
CRIME SEXUAL Estudante de medicina é denunciado por importunação sexual em hospital
AMEAÇADO DE EXTINÇÃO Peixe popular entre brasileiros pode ter pesca suspensa; veja qual é
VIOLÊNCIA SEXUAL Grupo estupra estagiária de 17 anos, grava crime e posta no TikTok
ATUALIZAÇÃO e-Título ganha novas funções para as Eleições de 2026
ELEIÇÕES 2026 Saiba como emitir a quitação eleitoral online Mín. 22° Máx. 38°
Mín. 23° Máx. 37°
Tempo limpoMín. 24° Máx. 36°
Chuvas esparsas

Mundo dos Famosos Ratinho faz comentário homofóbico sobre cantor ao vivo: “cara de viado”
Tecnologia e Cinema Descubra as novas funções para grupos do WhatsApp
Bastidores da Política MDB anuncia Dirceu Ten Caten como vice na chapa de Hana Ghassan ao governo
Mundo dos Esportes Cristiano Ronaldo vira sócio: saiba quem são os donos da CazéTV 

