A Polícia Militar desmontou um esquema de furtos de motocicletas em Parauapebas, na noite da segunda-feira (13). Antônio Nonato Xavier da Cruz é o suspeito de ser o líder do esquema. As informações colhidas pelos policiais apontam que ele pagava R$ 1 mil por cada moto furtada. Além dele, mais duas pessoas foram encaminhadas à 20ª Seccional Urbana da Polícia Civil.
Os militares faziam rondas no Bairro Nova Carajás, às 22 horas, quando foram abordados por pessoas informando que em um imóvel, na Rua 33, acontecia uma movimentação suspeita e intensa de motocicletas.
Os policiais seguiram em diligências até o endereço, onde encontraram Antônio. Ao ser questionado sobre a denúncia, ele teria confessado à equipe ter conhecimento de que uma moto Honda Fan preta que chegou na casa no sábado (11) era proveniente de furto. O veículo teria sido entregue a ele por um homem chamado de ‘Victormar’, mas foi encaminhada para o município de Nova Ipixuna em seguida.
De acordo com o relatório policial, Antônio narrou que Victormar também estava em posse de uma Honda Biz, na cor vermelha, proveniente de furto, que estava escondida em um condomínio no Bairro Parque dos Carajás.
Os militares então realizaram novas diligências e, ao chegarem na Rua Kaxinawas, encontraram Victormar, que estava na companhia de outro homem. Este, ao ver a guarnição, jogou uma sacola vermelha para dentro do quarto da casa do condomínio onde estavam reunidos em um churrasco.
Durante abordagem policial, foi encontrada a Biz. Victormar assumiu a autoria do furto da moto, ocorrido na tarde de segunda-feira (13). Ele também confessou estar em posse de entorpecentes, um tablete de maconha pesando 462 gramas, que estava escondido dentro da sacola vermelha.
Victormar detalhou para a polícia um suposto esquema de furtos de motocicletas em Parauapebas, apontando Antônio como o chefe. Ele contou que recebia R$ 1 mil por cada moto furtada e entregue a Antônio, sendo ele também o responsável por fornecer a “chave mestra” para os furtos das motos.
O nome completo de Victomar não foi divulgado, tampouco a identificação da pessoa presa com droga.
DEFESA
O advogado Wilson Correa Santana, responsável pela defesa de Antônio, negou ao Correio de Carajás, na manhã desta terça-feira (14), as acusações contra o cliente, que trabalha como piscineiro.
“Houve um mal-entendido. Dois rapazes pediram para ele guardar a moto. Ele é limpador de piscinas, as pessoas deixam as casas na mão dele, e viajam, ele é de total confiança, uma pessoa muito boa, íntegra. Ele guardou a moto na casa que ele estava tomando conta”, disse o advogado, ao explicar que Antônio guardava as motos a pedido dos suspeitos na casa do cliente que ele limpava piscina.
O advogado destaca ainda que o cliente foi acusado de ser receptador de motos, entretanto, segundo ele, não há provas que confirmem isso. “Isso tudo será provado em audiência. Qualquer um pode estar no lugar errado e na hora errada”, finalizou.
APREENSÕES
A ação policial apreendeu uma arma na marca Taurus, calibre 32, e cinco munições intactas, uma Siena, na cor cinza, uma Biz, na cor vermelha, e a maconha.
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