O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (4) a lei que cria a política nacional para cuidar de pessoas com Alzheimer e outras demências. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional no mês passado.
"O Brasil tem uma população de mais de 30 milhões de idosos que precisam de políticas públicas fortes de prevenção em saúde para ter uma velhice mais saudável", destacou o presidente, em postagem nas redes sociais.
A nova legislação prevê que o poder público deverá orientar a rede pública e privada de saúde sobre doenças que ocasionam perda de funções cognitivas associadas ao comprometimento da funcionalidade, bem como a identificação de sinais e sintomas em fases iniciais.
Entre as novidades da lei, os órgãos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão incluir as notificações relativas à ocorrência dessas enfermidades em banco de dados oficiais, como forma a auxiliar na disseminação da informação clínica e apoiar a pesquisa médica. O SUS também deverá apoiar o desenvolvimento de tratamentos e medicamentos.
"A cada três segundos, no mundo, nós temos um novo caso de Alzheimer. Essas políticas tinham que ser construídas de alguma maneira, não só na área de saúde, mas na área de cuidados, na área de prevenção, na área de ciência e tecnologia. E é isso que diz o projeto, cria essa política nacional, com todas as vertentes", enfatizou a deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), uma das relatoras do projeto na Câmara dos Deputados, durante a cerimônia de sanção da lei no Palácio do Planalto. O projeto original foi de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS).
Segundo o texto, a política nacional de cuidado integral de pessoas com Alzheimer e outras demências deverá seguir o Plano de Ação Global de Saúde Pública da Organização Mundial da Saúde em Resposta à Demência e estimular hábitos de vida visando a promoção da saúde e a prevenção de comorbidades.
O projeto também altera a Lei Orgânica da Assistência Social (Loas), a fim de prever programas de atenção integral à saúde física, mental e emocional destinados a idosos carentes residentes em entidades de longa permanência.
"Todos nós esperamos uma velhice saudável, isso começa com a promoção da saúde desde cedo, mas sabemos do aumento da incidência de Alzheimer e outras demências", observou a ministra da Saúde, Nísia Trindade. Segundo ela, até 2050, o Brasil deverá ter uma população de 60 milhões de pessoas idosas, o dobro do número atual.
* Com informações da Agência Câmara
POLÍTICA Veja como foi o fim de semana dos candidatos a presidente
ATENÇÃO AO PRAZO! Eleitor tem até 03 de outubro para ativar e-Título
POLÍTICA Campanha incentiva voto de quem tem mais de 70 anos
CRISE NO STF Sob pressão, Fachin avalia assumir casos do Banco Master e INSS
ELEIÇÕES 2026 Eugênio pede duplicação da PA-160 e pavimentação da estrada até o “Pontão do Araguaia”
SESSÃO DA CÂMARA Vereadores votam indicações e avaliam contas de gestões municipais Mín. 25° Máx. 33°
Mín. 23° Máx. 36°
Chuvas esparsasMín. 25° Máx. 39°
Tempo limpo

Mundo dos Famosos Helicóptero com Rick, da dupla com Renner, desaparece em SC
Bastidores da Política Veja como foi o fim de semana dos candidatos a presidente
Tecnologia e Cinema Golpe usa prova de vida do INSS no WhatsApp para atrair vítimas
Mundo dos Esportes Fifa anuncia nova Copa do Mundo e define país-sede 

