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Brasil VIOLÊNCIA EXTREMA

Delegado atira em esposa, empregada e enfermeira no DF

De acordo com um segurança do hospital, Mikhail chegou ao local acompanhado do filho e de um cachorro, aparentando estar alterado.

18/01/2025 13h42
Por: Redação Plantão Fonte: Metrópoles
O delegado baleou três mulheres em um curto intervalo de tempo | Reprodução
O delegado baleou três mulheres em um curto intervalo de tempo | Reprodução

Um delegado da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), identificado como Mikhail Rocha e Menezes, de 46 anos, é acusado de realizar disparos que feriram três mulheres em diferentes locais na manhã de quinta-feira (16). O último episódio ocorreu no Hospital Brasília, onde ele teria atirado em uma enfermeira após exigir atendimento imediato para o filho. As informações foram obtidas pela colunista do Metrópoles Mirelle Pinheiro.

De acordo com um segurança do hospital, Mikhail chegou ao local acompanhado do filho e de um cachorro, aparentando estar alterado. O delegado estava armado e, ao exigir que o filho fosse atendido, ameaçou os funcionários. “Ele apontou a arma para a atendente e afirmou ser delegado. Disse que não sairia do lado do filho e do cachorro e que atiraria em alguém se o atendimento não fosse imediato”, relatou o segurança.

Segundo o relato, o delegado foi até a recepção da pediatria e fez uma contagem regressiva antes de atirar. Quando chegou na contagem de “três”, disparou contra a enfermeira Priscilla Pessôa Rodrigues, de 45 anos, atingindo-a no abdômen. A vítima foi levada imediatamente para a sala de emergência, onde recebeu atendimento. Seu estado de saúde é considerado grave.

Outros ataques

Antes de ir ao hospital, Mikhail já havia disparado contra a própria esposa, Andréa Rodrigues Machado e Menezes, de 40 anos, e uma funcionária da residência, Oscelina Moura Neves de Oliveira, de 45 anos. Os ataques ocorreram no Residencial Santa Mônica, localizado no Setor Habitacional Tororó. Após os disparos, ele pegou o filho e dirigiu até o hospital, onde ocorreu o terceiro ataque.

Testemunhas afirmaram que o delegado apresentava sinais de desequilíbrio emocional e repetia frases desconexas durante os episódios. Ele havia sido afastado de suas funções há cerca de 30 dias, mas os motivos não foram divulgados.

A Polícia Civil investiga o caso e busca esclarecer as circunstâncias dos ataques.

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