A Polícia Civil de São Paulo (PCSP) negou qualquer investigação envolvendo Carlos Alberto Souza, pai da adolescente Vitória Regina de Sousa, 17 anos, encontrada morta em Cajamar, região metropolitana de São Paulo.
Durante uma coletiva de imprensa, o diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), Luiz Carlos do Carmo, esclareceu: "Não existe investigação contra o pai da vítima".
A polícia localizou um local que pode ter sido usado como cativeiro antes do assassinato da jovem, que será periciado para confirmação. Além disso, investiga-se a possibilidade de abuso sexual contra Vitória e se o sangue encontrado em um carro apreendido pertence à vítima.
Segundo o diretor do Demacro, exames de DNA são demorados devido ao processo de descontaminação do material biológico.
Maicol Antonio Sales dos Santos foi preso no sábado (9) após apresentar contradições em seu depoimento. Ele é dono de um Toyota Corolla visto no local do desaparecimento de Vitória. Inicialmente, Maicol afirmou que estava em casa com a esposa na noite do crime, mas foi desmentido por ela.
"Não há um único caminho investigativo que não aponte o envolvimento de Maicol com os fatos investigados", afirmou a juíza Juliana Junqueira ao decretar a prisão temporária do suspeito.
A investigação considera que o crime pode ter sido cometido por mais de uma pessoa, pois seria difícil para um único autor agir sozinho. As autoridades afirmam que os suspeitos são conhecidos entre si e mantinham relação de amizade.
A motivação do assassinato e a data exata da morte de Vitória ainda são incertas. "Temos provas testemunhais importantes e aguardamos os laudos técnicos. A identificação de um mandante e dos motivos do crime serão esclarecidos com a continuidade da investigação", declarou o diretor do Demacro.
A PCSP solicitou a prisão temporária de Daniel Lucas Pereira, mas a Justiça negou o pedido. No entanto, foi autorizada uma busca e apreensão em sua residência, onde seu celular foi apreendido. De acordo com os investigadores, Daniel teria registrado o trajeto de Vitória antes de seu desaparecimento, e as imagens foram encontradas em seu aparelho.
Outro investigado é Gustavo Vinícius Moraes, ex-namorado da vítima, que deu versões contraditórias em depoimentos. As investigações apontam que ele estava próximo ao ponto de ônibus onde Vitória foi vista pela última vez.
Entretanto, o advogado de Gustavo, Edemm Shalon, nega qualquer envolvimento de seu cliente no crime e afirma que ele tem sido alvo de ameaças na internet. Segundo a defesa, Gustavo é um trabalhador autônomo, pai de um menino de 4 anos e de origem humilde.
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