Na manhã desta quinta-feira (02), a Polícia Militar do Pará, por meio do Comando de Policiamento Ambiental (CPA), reuniu-se com a equipe que integrará o efetivo da Operação Amazônia Viva – Fase 60 para alinhar estratégias de segurança e logística. A ação será realizada entre os dias 06 e 31 de outubro, com frentes de trabalho nos municípios de Pacajá e Santarém.
Durante a reunião, foram discutidos o planejamento do efetivo das forças de segurança, estratégias de atuação e a logística para garantir suporte aos fiscais da Semas, proporcionando segurança durante as abordagens, apreensões e monitoramento das áreas críticas. Ao final de cada missão, são encaminhados relatórios e registros digitais das ações realizadas e resultados.
"Esse alinhamento é fundamental para reforçar a eficácia da Operação Amazônia Viva. Estamos atuando de maneira integrada para combater o desmatamento e o garimpo ilegal, proteger nossas florestas e garantir que o Pará esteja preparado para mostrar ao mundo, na COP30, o compromisso que tem com a sustentabilidade e com o futuro da Amazônia”, declarou o comandante do Comando de Policiamento Ambiental, coronel Orlandino Lima.
A operação reúne esforços da Polícia Militar do Pará (PMPA), Polícia Civil (PCPA), Corpo de Bombeiros (CBMPA), Polícia Científica (PCEPA) e Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp). O objetivo é intensificar as fiscalizações ambientais, combater o desmatamento ilegal, coibir queimadas e responsabilizar penal e administrativamente os infratores.
O 2° Sargento da PM, Marcelo Dutra, é um dos escalados para atuar na operação e destacou a importância do trabalho na floresta amazônica: “Além de proteger as florestas do estado, a Amazônia Viva reforça o compromisso da PM com a preservação ambiental, em um momento em que a atenção mundial está voltada para a região a nossa região. Fico feliz em poder contribuir para a proteção da nossa floresta”.
Amazônia Viva - Criada pelo Governo do Estado em 2020, a Operação Amazônia Viva é coordenada pela Semas dentro do Plano Estadual Amazônia Agora e se consolidou como uma das principais frentes de combate a ilícitos ambientais no Pará.
Com base em informações do Centro Integrado de Monitoramento Ambiental (Cimam), que utiliza imagens de satélite para identificar áreas críticas, a operação permite respostas rápidas por meio de ações móveis e bases fixas em regiões estratégicas. Desde sua criação, a iniciativa já embargou centenas de milhares de hectares de áreas desmatadas, interditou garimpos clandestinos, destruiu acampamentos irregulares e apreendeu grandes volumes de madeira e maquinário pesado.
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