A Polícia Civil do Pará informou nesta quarta-feira (14) que investiga, sob sigilo, um caso de estupro de vulnerável ocorrido na zona rural do município de Uruará, no sudoeste do estado. A vítima é uma adolescente de 13 anos, que está grávida de aproximadamente três meses. O principal suspeito do crime é o padrasto da menina, um homem de 27 anos, que está foragido.
Embora o caso tenha vindo à tona em dezembro de 2025, a confirmação de detalhes da investigação e da fuga do suspeito ocorreu apenas recentemente.
Segundo relato da mãe da adolescente às autoridades, os abusos teriam começado em 2024, quando a vítima ainda tinha 12 anos. A situação foi descoberta após a adolescente apresentar sintomas de mal-estar, como enjoos e vômitos. A mãe a levou para atendimento em unidades de saúde da sede do município, onde exames confirmaram a gravidez.
Após o diagnóstico, em conversa reservada, a mãe questionou a filha sobre a gestação. De acordo com a investigação, a adolescente revelou que o padrasto seria o autor da violência e o pai do bebê.
O depoimento aponta que o primeiro abuso ocorreu em um momento em que a mãe não estava em casa.
Abalada pela revelação, a mãe confrontou o companheiro e chegou a desmaiar devido ao choque. Ao retomar os sentidos, percebeu que o homem havia deixado a residência. Desde então, ele não foi localizado.
A genitora procurou a Delegacia de Polícia Civil de Uruará e o Conselho Tutelar para formalizar a denúncia. Foram realizados exames periciais e solicitada medida protetiva de urgência para assegurar a integridade da adolescente e de sua família.
“Já denunciei, já fui ao Conselho [Tutelar]. Fiz corpo de delito, fiz tudo o que era preciso. Mas até agora nada foi divulgado sobre o caso. Ele está foragido”, relatou a mãe, que cobra rapidez na identificação e prisão do suspeito.
Informações apuradas pela reportagem indicam ainda que, pouco antes da descoberta do crime, o homem teria apresentado comportamentos de ciúmes após a mãe autorizar que a adolescente iniciasse um relacionamento amoroso.
A Polícia Civil segue com as investigações e reforça que denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes podem ser feitas de forma anônima pelos canais oficiais, como o Disque-Denúncia no número 181.
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