Reafirmando seu compromisso de plantar 1 milhão de árvores até 2028, anúncio feito durante a COP-30, a prefeita de Canaã dos Carajás, recebeu nesta quarta-feira (04), no seu gabinete representantes da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente(Semma), para tratar sobre a elaboração do projeto que resultará no Plano Municipal de Arborização Urbana (PLAMAU).
A gestora destacou sobre a importância de Canaã ser uma cidade mais verde por meio da sustentabilidade. “A Fundação Getúlio Vargas vai nos ajudar com a elaboração do plano de arborização, estamos nos reunindo com várias representações do município. Queremos uma cidade que investe na qualidade de vida do seu povo e passa pela natureza. Reduzir gastos com a saúde e investir em qualidade de vida, proporcionando bem-estar à população”, pontuou.
O Plano Municipal de Arborização Urbana (PLAMAU) está alinhado ao Plano Nacional de Arborização Urbana (PlaNAU), e prevê ações estruturadas de ampliação da cobertura vegetal em áreas públicas, recuperação de espaços degradados, plantio em bairros e fortalecimento de viveiros municipais. O plano está dividido em quatro fases com o período de execução de 12 meses, tendo iniciado em janeiro deste ano.
O coordenador do projeto de arborização urbana pela FGV projetos, Fábio Lazarini, explicou que este primeiro momento é de alinhamentos junto com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e sociedade civil, apresentar quem serão os envolvidos, papéis e responsabilidade e indicações de outros órgãos que podemos conversar. Após esse processo, será realizado o diagnóstico para saber a realidade de cada área.
“A gente vai ver as especificidades do município, as árvores que mais se encaixam, as especificidades do local, das calçadas, das áreas públicas, dos ‘pulmões’ que podem ser criados, os eixos prioritários atuais, aqueles em desenvolvimento que serão gerados em 2030, 2040, 2050, para começar esse plantio alinhado com um plano de desenvolvimento urbano”, detalhou.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente está atuando de forma integrada com a equipe da Fundação Getúlio Vargas, contribuindo com dados técnicos já existentes, informações de campo e conhecimento da realidade local, garantindo que ele seja compatível com as características ambientais, climáticas e urbanas de Canaã dos Carajás. “Nosso objetivo é assegurar que o documento final seja não apenas técnico, mas aplicável e sustentável a longo prazo”, ressaltou a auditora ambiental da Semma, Keiliane Campos.
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