O esporte deveria ser um espaço seguro para crianças e jovens, mas um caso tornou este ambiente cenário de denúncias graves. Vítimas e famílias agora aguardam resposta da Justiça.
A Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta terça-feira (28), o treinador de jiu-jitsu Melqui Galvão. Ele é investigado por suspeita de crimes sexuais praticados contra alunas em Manaus. A prisão temporária foi autorizada pela Justiça e tem duração inicial de 30 dias.
O caso é conduzido pela 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo e a delegada responsável solicitou tanto a prisão temporária quanto mandados de busca e apreensão.
Em seguida, as diligências foram cumpridas também em endereços ligados ao investigado em Jundiaí, no interior de São Paulo.
Entretanto, antes da prisão em São Paulo, o investigado se entregou na noite de segunda-feira (27) à Polícia Civil do Amazonas. Portanto, a custódia foi formalizada no estado paulista logo após esse procedimento.
Pais das vítimas entregaram à polícia uma gravação e mensagens atribuídas ao investigado. O material, segundo a investigação, indica indícios de prática criminosa.
Além disso, um dos áudios traz o suspeito admitindo o crime de forma indireta e, ao mesmo tempo, tentando evitar a exposição pública do caso. A investigação apura os seguintes crimes:
Ao longo das diligências, os investigadores identificaram outras duas possíveis vítimas. Portanto, o número de pessoas envolvidas pode ser maior do que o inicialmente apurado.
Uma das denúncias partiu de uma ex-aluna que hoje tem 17 anos. Há ainda o relato de outra suposta vítima, que afirma ter sofrido os abusos quando tinha apenas 12 anos.
Por isso, o processo corre em segredo de justiça, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
As idades das vítimas colocam o caso no enquadramento de estupro de vulnerável, crime previsto no artigo 217-A do Código Penal. Esse crime prevê pena de 8 a 15 anos de reclusão.
Melqui Galvão tem reconhecimento no meio do jiu-jitsu como formador de atletas de alto rendimento. Ele é pai e treinador de Mica Galvão, um dos nomes mais expressivos da modalidade no cenário internacional.
Além disso, esteve ligado à formação de outros competidores de destaque. O investigado também é policial civil no Amazonas. Ademais, atua em projetos sociais em Manaus.
Nos últimos anos, porém, ele ampliou a atuação em São Paulo, com equipe e academia próprias.
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