A paraense Jackeliny Bastos, vítima de violência doméstica após se casar com um sul coreano e mudar para aquele país asiático, conseguiu sair da Coreia do Sul nesta terça-feira (5). A informação foi repassada a Redação Integrada de O Liberal na noite de hoje. A expectativa é que Jackeliny desembarque em Santarém até na próxima sexta-feira (8).
“Ela já saiu da Coreia do Sul, mas ainda não retornou ao Brasil, parece que está em escala em Barcelona, onde irá resolver algumas situações, algo assim. Acredito que sexta-feira ela chegue aqui em Santarém”, disse Rubenita Bastos em conversa por telefone com a equipe de O Liberal.
Dizendo-se aliviada por saber que a filha saiu do país asiático, onde vivia há menos de um mês com Jinyong Lee após conhcê-lo em um aplicativo de namoro e passar a ter um relacionamento à distância com ele por cerca de um ano, Rubenita espera que Jackeliny chegue ainda esta semana em Santarém.
“Estou aliviada por ela estar segura e a salvo desse perigo que estava na vida dela. As informações por enquanto são essas, estamos muito abalados, mas agradecemos a cada um que ajudou minha filha, seja em prece ou de outra forma, ela está segura”, disse a mãe de Jackeliny.
O Caso
A primeira vez que os dois se viram pessoalmente foi em novembro, quando ele veio ao Brasil. Não demorou muito para que ela decidisse morar com ele na Coréia do Sul, onde começou a ser agredida psicologicamente e fisicamente em menos de duas semanas no novo país. Jackeliny Bastos denunciou o caso em seu perfil no Instagram e conseguiu ajuda para sair da Coreia.
“Eu fui enganada, vivi um casamento maravilhoso, onde tudo era bom, mas ele se transformou em duas semanas. Ele não me deixava ter acesso ao celular, eu nem comia porque tudo era jogado na minha cara, ele dizia que só ele comprava. Eu não almoçava e às vezes nem jantava”, contou Jackeliny, em vídeo publicado em um perfil que ela mantinha no Instagram para compartilhar o dia a dia do casal.
A paraense diz que o homem, que a agrediu e subjugou, a colocou para fora de casa abruptamente após duas semanas vivendo juntos. Ela também deixou de ter acesso a seus cartões de crédito. Antes disso, ele estaria controlando sua vida financeira.
“Ele me largou, me deixou à própria sorte. Eu não acredito ainda, gente. É muito difícil para mim acreditar numa situação dessa. Estou acabada, destruída, não consigo dormir, não consigo comer. Eu estou aqui onde ninguém fala minha língua, estou sozinha, desesperada, eu não sei nem se consigo chegar ao Brasil”, relatou no momento da denúncia.
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